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Redação: como estudar para o Enem, Fuvest, Unicamp e Unesp?

Esta semana, os participantes do simulado Virando Bixo fazem a prova de Língua Portuguesa; inscreva-se e participe também!

| Da Redação

 

A prova da semana no Virando Bixo é de Língua Portuguesa. São 30 questões para você revisar os assuntos mais relevantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e dos vestibulares.

O simulado Virando Bixo é gratuito! Para participar, é só preencher o cadastro e começar a responder às provas  - mesmo as provas das semanas anteriores ficam disponíveis para os candiatos responderem e somarem pontos! Os prêmios para os vencedores do simulado são um carro 0 km (categoria Vestibulando) e um intercâmbio no Canadá (categoria Treineiro). Se você ainda tem dúvidas, esta matéria ajuda a entender como o Virando Bixo funciona.

Esta semana, apresentamos dicas da Oficina do Estudante, parceira do Virando Bixo, dicas sobre a  redação no Enem e  nos vestibulares das três universidades estaduais paulistas,Fuvest, Unicamp e Unesp. Cada exame tem suas características e é essencial leva isso em conta para se dar bem na prova. Afinal, um bom desempenho na redação faz muita diferença na pontuação final do candidato.  

Segundo o professor Antunes Rafael, coordenador pedagógico da Oficina, cada exame exige um tipo de texto do estudante. Enquanto a Fuvest e a Unesp pedem ao candidato uma dissertação argumentativa, na Unicamp, os gêneros são definidos pelos examinadores e os vestibulandos só ficam sabendo quais serão cobrados na hora do exame.  

Embora Fuvest e Unesp adotem o mesmo tipo de redação, há diferenças entre os dois exames. "A dissertação é um gênero em que o aluno precisa comentar a respeito de um tema, expondo seus argumentos e opiniões, gerando uma conclusão coerente com o tema e as ideias apresentadas", explica Rafael. 

A diferença é que, na avaliação a Fuvest privilegia os textos dos alunos que vão além da estrutura clássica de uma dissertatação - introdução, tese, argumentação e conclusão. "A Fuvest valoriza os candidatos que evidenciam a sua autoria, o seu conhecimento sobre o tema, saindo um pouco do senso comum e explorando o tema com mais profundidade". 

A Unesp, analisa Rafael, é um pouco mais "tranquila" na avaliação, segundo Rafael, analisando a coerência do texto em relação ao tema proposto. 

A Unicamp, vale repetir, é diferente, pois os gêneros cobrados na prova não são conhecidos previamente. A novidade no Vestibular 2020 da Unicamp é que ao invés de escreverem dois textos, os alunos poderão optar por um dos dois gêneros propostos. "O candidato vai poder escolher o gênero com que tem mais familiaridade", reforça Rafael. 

Mas é importante levar em conta um ponto fundamental: apesar de a redação na Unicamp ser diferente da dos outros, a preparação para a prova é igual. "O aluno precisa estudar os gêneros textuais durante o ano e ficar muito atento aos conteúdos apresentados na coletânea e ao propóstito de cada gênero. Não adianta tentar decorar a estrutura de cada gênero. O importante é compreender, no momento em que receber a proposta, o objetivo daquele gênero, a que tipo de público se destina, sua estrutura básica para construir uma redação coerente com o que está sendo pedido pela banca", explica Rafael 

 No Enem, a particularidade da redação é a proposta de intervenção que os candidatos devem apresentar ao final da dissertação. "Não basta emitir uma opinião sobre o assunto com base em seus argumentos e fazer uma conclusão. O candidato precisa apontar uma proposta de solução para o problema, alinhada com os direitos humanos", diz o coordenador. 

Segundo Rafael, apesar das polêmicas recentes em torno da obrigatoridade de a proposta de intervenção ser coerente com os direitos humanos, a orientação é para que os vestibulandos respeitem essa regra do edital para não correr risco de perder pontos na avaliação, pois este é um critério cobrado nas cinco competências avaliadas no Enem.  

 Confira mais dicas no vídeo a seguir: