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Vestibular para medicina exige calma e resiliência do aluno

Confira as dicas para se organizar nos estudos e manter o ritmo de preparação, com base nas suas necessidades

| Da Redação

Estamos quase no meio do ano e começa a bater aquele desespero: será que estou estudando o suficiente para passar em Medicina? 


Muitos vestibulandos acreditam que a dedicação total aos estudos é a garantia de aprovação. Esse é um mito comum entre alunos de cursinho, que, geralmente, só se dedicam à preparação para o vestibular.
 


No entanto, nem sempre o esforço de horas e horas e mais horas de dedicação aos estudos se traduz em um desempenho melhor nos simulados. É ai que bate o desespero! E o cansaço
 


Isso não é motivo de desespero, aconselha o Marcelo Pavani, diretor do curso pré-vestibular do Oficina do Estudante. "O fundamental é manter a direção e ser resiliente", diz o professor.
 


Mas o que significa, na prática, ter direção e ser resiliente?
 


Pavani explica que o ponto de partida para ter um direcionamento dos estudos, o aluno precisa fazer um diagnóstico honesto de seus pontos fortes e fracos. Segundo Pavani, é comum que o estudante chegue ao cursinho e se dê conta de que não sabe conceitos e conteúdos básicos, do ensino fundamental e médio.
 


Nesses casos, o estudante não consegue avançar porque os alicerces são frágeis Aí é hora de parar, respirar e se organizar para montar um bom plano de estudos coerente com suas necessidades.
 


A segunda etapa é a resiliência, a resistência que os seres humanos desenvolvem quando se veem diante de situações difíceis, que parecem impossíveis de resolver. Então, se o diagnóstico for ruim, por exemplo, em matemática, não desista!
 


Seja persistente, dedique-se à disciplina que precisa estudar mais e não dê ouvidos à ansiedade: não espere resultados rápidos e siga em frente em direção ao seu sonho.
 


Confira também as dicas de Augusto Ollivieri, que foi cursou Medicina na Universidade Federal de Goiás (UFG) e mantém um programa de mentoria: